Perdes-me e ganhas-me com uma facilidade incrível. Não me perdes por me esquecer de ti, perdes-me porque me perco a mim mesma. Será que também te sentes assim? Que também te perco? Ou nunca te tive? Será o teu sorriso descendente dos pensamentos de mim? És tudo e nada, porque não sei o que és. O dia, a madrugada, porque me levas a extremos. Our fate is to pretend, ouço cantar os MGMT. Are you pretending? Or am I just thinking you're pretending? Na verdade, só sei que nada sei. Quantos mais clichês farão parte da nossa história? (que história?)
Preciso de ti, mesmo desejando - por vezes - não precisar. És o conforto da areia, o refrescar da água e da alma num típico dia de Verão. O dedilhar da guitarra que me arrepia. O desabafar das palavras que me alivia. Fazes-me querer mais. Mais de mim, mais de um nós que, na confusão, não sei se existe.
Hoje, perco-me em ti, perco-me por ti.
Num outro dia, ganhas-me outra vez.
Desculpa-me a impotência. A falta de paciência.
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